segunda-feira, 24 de outubro de 2011

UEL ...30 de Outubro...bem pertinho!



REDAÇÃO

A parte de Redação consistirá de 2 (dois), 3 (três) ou 4 (quatro) textos a serem produzidos conforme as instruções  dadas,  inclusive  quanto  à  sua  extensão.  O  candidato deverá ler atentamente o enunciado e os textos  que servirão de base para a sua resposta.

Os textos/respostas deverão ser escritos em prosa e de  acordo  com  a  norma  padrão  do  português  brasileiro,  salvo  se  o  enunciado  da  questão  propuser  algo  específico. O candidato poderá  ser avaliado quanto às  atividades  de  analisar,  resumir,  comentar,  comparar, criticar, completar etc. um texto verbal ou não. Aspectos discursivos,  textuais,  estruturais  e  normativos  deverão  ser levados em conta.

ATENÇÃO:

A Redação,  a  partir  do  Processo  Seletivo  Vestibular 2012, terá novo formato. O candidato não mais escolherá uma proposta dentre as três apresentadas. Agora, ele terá de produzir o número de textos proposto: 2, 3 ou 4.


 LITERATURA:

A literatura  constitui  relevante matéria para a avaliação do vestibulando que deverá comprovar seus conhecimentos das práticas literárias e sua capacidade
de compreensão de textos literários tendo como ponto de  partida a lista de livros a seguir:

a. Poesias selecionadas – Gregório de Matos
b. Espumas flutuantes – Castro Alves
c. Bom-Crioulo – Adolfo Caminha
d. A Capital Federal – Artur Azevedo
e. A Confissão de Lúcio – Mário de Sá-Carneiro
f. Contos Gauchescos – João Simões Lopes Neto
g. As Melhores Crônicas de Rachel de Queiroz – Rachel de Queiroz
h. A teus pés – Ana Cristina César
i. Cidade de Deus (2ª edição) – Paulo Lins
j. O Outro Pé da Sereia – Mia Couto

Modelo de redação UEL :

1-Leia abaixo um fragmento da entrevista concedida pelo empresário Michael Klein, proprietário das Casas Bahia, à revista Veja.

Veja – A nova classe C é muito diferente daquela que freqüentava as lojas cinquenta anos atrás?
Klein – Sem dúvida. Uma diferença fundamental diz respeito à primeira pergunta feita pelo cliente ao entrar na loja. No passado,ela era sempre a mesma: "Moço, o que vocês têm de mais barato aí?". O preço era o que, de longe, mais definia a compra, ainda que o produto em questão fosse de baixa qualidade. Hoje, as pessoas não só ambicionam comprar uma TV maior ou uma geladeira nova como querem uma boa marca – e já conhecem todas. Isso tem evidente relação com a expansão do crédito, que lhes permite gastar mais, mas também se deve a uma mudança fundamental na classe C: ela está muito mais informada e instruída. Na década de 60, havia 40% de analfabetos no Brasil. O número caiu para 10%. Essas pessoas, naturalmente, se tornaram mais exigentes. Não é mais aquela classe C a quem podíamos oferecer o produto mais ordinário que ela comprava.

Veja – Que tipo de artigo costumava atrair a classe C e hoje deixou de fazer sucesso?
Klein – Além de caçar pechinchas, outro padrão do passado era optar pelo produto maior e mais vistoso. As pessoas levavam para casa caixas de som gigantescas achando que tamanho conferia status e significava qualidade, quando era justamente o contrário. De um colchão, elas queriam saber apenas da espessura: era a filosofia do quanto mais alto melhor. Não se importavam se ele era ortopédico ou se tinha boa espuma. Hoje, fogem desses produtos e se pautam por critérios bem mais objetivos na hora de tomar uma decisão. Surpreende o grau de sofisticação das variáveis que elas pesam no momento da compra. A questão
ambiental, por exemplo, começou a preocupar a classe C no Brasil. É comum que perguntem: "Vem cá, que tipo de gás essa geladeira libera?". A lição que se extrai disso é simples – e só quem a entende vai conseguir vender para gente de baixa renda: esses brasileiros já almejam o melhor.

 Proposta :Apresente a opinião de Klein num texto em discurso indireto, de até 10 linhas.



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